Equipe reunida em sala de reunião avaliando relatórios de compras

Uma boa política interna de compras internacionais não precisa ser longa, mas deve deixar claro “quem decide o quê” e “como cada etapa acontece”. Isso reduz dependência de pessoas-chave e aumenta a previsibilidade da operação.

1. Escopo da política

Explique, logo no início, a que tipo de compras a política se aplica, por exemplo:

  • Compras de insumos produtivos;
  • Compras de amostras para P&D;
  • Compras para revenda;
  • Limites de valor por tipo de operação.

2. Papéis e responsabilidades

Defina quem é responsável por:

  • Negociar condições comerciais com fornecedores internacionais.
  • Validar NCM e impactos tributários.
  • Escolher a modalidade de transporte (Correios, courier, carga formal etc.).
  • Aprovar pedidos acima de determinados valores.

3. Fluxo de aprovação

Use um fluxograma simples para mostrar o caminho do pedido: solicitação → análise técnica → análise tributária → aprovação de gestão → emissão do pedido. Quanto mais visual, melhor para treinar o time.

4. Regras para fracionamento de compras

A política deve reforçar que qualquer fracionamento precisa ter justificativa operacional consistente e não pode ser usado apenas para tentar reduzir ou postergar tributos.